O bom – e nada velho – Jeans Damyller

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Jeans.

Saia jeans. Camisa jeans. Bolsa jeans. Tênis jeans. Tiara jeans. Calça jeans… Vida jeans… JEANS-JEANS-JEANS! O revolucionário denim criado lá em 1800, na década de 60 mais precisamente, nasceu assim, apelidado de brim, nome recorrente até os dias de hoje por sinal (raízes…). Já no início do século XX, 1900, na década de 30, o blue jeans popularizou-se  através dos cowboys norte-americanos, retratados nos filmes hollywoodianos que narravam o clima western da época, a moda até então. Durante a Segunda Grande Guerra (1939 – 1945), caminhando mais um bocado na história, os soldados norte-americanos passaram a utilizar uniformes confeccionados com o tecido, fortalecendo a imagem de virilidade que o jeans já carregava. Ainda nos anos 40, revolucionando junto do mundo, os icônicos cowboys ganharam novos cavalos, com motores barulhentos, asfaltos infinitos e um nome inesquecível:  Harley-Davidson. O que não mudou? Justo. O bom – e nada velho  – jeans.  A década de 50, por sua vez, chegou badass mais jeans ainda: o filme Juventude Transviada, protagonizado por ninguém menos do que James Dean, encenou papel de Jim Stark, eternizando o significado de uma surrada calça jeans combinada com uma nada simplista camiseta branca. Marlon Brando e Elvis Presley, nesse sentido, também ditadores de life-style, contribuíram para que o artigo se disseminasse entre os jovens da época, possuindo, então, uma nova cara: a do rock ‘n’ roll!

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Quanto ao glamour, ao mundo fashion e a moda, em 1930, as calças tornaram-se populares entre as estrelas de Hollywood e, na década de 50, passaram definitivamente a fazer parte do dia-a-dia à medida que a versão jeans de vestir-se tornava-se uniforme entre os jovens. Em 1960, nesse contexto, a nova revolução deu-se com o smoking feminino criado por Yves Saint Laurent, simbolizando atitude, personalidade e, irrefutavelmente, o chic.

Agora… Apesar de todo o passado histórico do jeans, de todos os marcos icônicos desse tecido… Vamos falar dos 70’s, né? Essa relação é inevitável – e, hoje, é até proposital por aí -. Anos 70…  O ano dos jovens, da liberdade, da paz e do amor. O ano do ilegal, do legal e do que ficou.  O jeans tomou conta dos looks, assumiu as formas mais excêntricas, divertidas e ousadas. A famosa calça flare de hoje já se chamou calça boca-de-sino e foi uma das maiores tendências unissex dessa década (procurem as fotos dos pais de vocês e nunca mais digam que eles não entendem nada, rs!). As camisas jeans renasceram de lá também, bem como o detonado colete jeans,  que insistia em demonstrar a rebeldia e as causas que faziam parte das gangues metropolitanas.

Decotes , croppeds, barriga de fora, skate, tênis, violão, cavalo… Teve – e tem – pra todo mundo: só não podia – e não pode – faltar o coringão.

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Uma década depois, estourando os anos 80, destacaram-se as calças clochard, a cara do exagero jovial da época, inspiradas nos moradores de rua de Paris. Em contraponto a esses excessos, iniciou-se em 1990 o reinado  do minimalismo na moda, estreando o jeans slim.

De cada década, pode-se extrair uma essência, uma tendência, as quais retornaram no novo milênio, nas novas marcas e, sobretudo, nas que abraçam a causa da cara própria: os anos 2000 trouxeram a sorte e a ousadia da Damyller, marca-conceito no infinito universo do jeans brasileiro, diferenciando-se exatamente por não apenas reproduzir o que já foi escrito. Mantendo sempre aspectos essenciais como qualidade, molde e textura – além dos cheirinhos maravilhosos que seus jeans carregam -, a Damyller resgata e recria as referências que contam a história do jeans, do brim, tornando qualquer peça parte da identidade dialética de quem a veste: autenticidade, charme e conforto. Jeans e Damyller transformaram-se na redundância perfeita quando o assunto é sucesso.

Aliadamente, então, com a nossa marca preferida de jeans, anunciamos, felizmente, nosso mais novo filho fruto: este lindíssimo editorial, vestido de Damyller, no qual o briefing traduzia-se em ressaltar todas as características intrínsecas a ela, elucidando as tendências recentes e passadas da nossa fave. brand!

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É de referências, boas marcas e qualidade que se compõem estilos.

Fotografia: Marcelo Parizzi
Modelos: Fernando Formentini, Henrique Terres, Mariana Scheffer e Milene Dumke.

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Sobre o Autor

CEO do Explosive Box e Publicitário, louco por qualquer tipo de arte que me encante. Também sou editor-chefe das colunas de Moda e Música.

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