TribalTech 2015 – Day 1

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Evolução. Essa foi a palavra-chave utilizada no marketing temático da TribalTech em 2015. Com mais de 10 anos de existência, a “TT” é considerada um dos principais festivais de música eletrônica underground do cenário nacional e internacional.

O festival é realizado na fazenda Heimari em Curitiba – Paraná, com um público de, em média, 20 mil pessoas por edição. No ano de 2015, ofereceu mais de 130 atrações espalhadas pelos 5 palcos (Main Stage, Vibe/D-Edge, Florest Gump, Warung e VuuV) do evento, divido nos dias 10 e 11 de Outubro. Além dos palcos, a estrutura também ofereceu banheiros químicos, guarda-volumes, posto médico, store e uma área de alimentação com diversos food trucks.

Chegando na TribalTech no sábado, dia 10, fui direto fazer todo o reconhecimento do local para me situar (já havia ido ao festival no ano de 2012, no entanto, o layout sempre é alterado). Feito isso, me dirigi aos palcos para finalmente conferir as atrações…

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O Main Stage da TribalTech 2015 estava bem estruturado, porém com poucos detalhes na decoração. Imitando uma pirâmide de rochas e diversas “lâmpadas” em seus níveis, o palco contava com um ótimo sistema de iluminação, lasers e um belo painel de LED gigantesco.

O primeiro DJ que prestigiei no evento foi o brasileiro Volkoder, que se apresentou no palco principal. Com um set bem dançante e característico de suas apresentações, repleto de Tech-House, Volkoder botou a TribalTech inteira pra rebolar, contando com diversas tracks autorais. Finalizou sua apresentação com a clássica “Epika”, dos produtores Guy Mantzur e Roy Rosenfeld, momento em que abriu um dos únicos raios de sol que presenciei durante os dois dias de festival, consagrando um momento único para o artista e para o público.

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Em seguida, conferi o LIVE do grupo PillowTalk na pista do Warung (que proporcionou a melhor estrutura de camarotes do evento, na minha opinião, contando com um telão de altíssima qualidade e diversas samambaias e madeiras na decoração, no melhor estilo rústico do Club). Com uma apresentação bastante envolvente e emocionante, a banda tocou vários clássicos e algumas novidades para o público, oferecendo um maravilhoso sunset para todos que ali estavam.

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Após, fui ao palco da Vibe/D-Edge para ouvir tudo o que as famosas caixas “Pure Groove” (desenvolvidas por ex-engenheiros da NASA) poderiam oferecer. No momento em que cheguei, a belíssima Aninha estava mandando um Tech-House de altíssima qualidade, sério e bem “grooveado”, característico de suas apresentações.

Em seguida, subiram ao palco a dupla Tiger & Woods. Eu estava bem curioso para conferir o que eles iam apresentar (era uma atração inédita para mim), e realmente fui surpreendido! Apresentaram um set bastante “swingado”, com diversos vocais e tracks no melhor estilo Disco e House. Mantiveram a pista toda se mexendo por mais de 2 horas.

Finalmente, às 20h, entrou o artista mais esperado do dia 10 pra mim. O alemão Mathew Jonson era um dos grandes nomes da TribalTech 2015. Apresentou um LIVE impecável e extremamente surpreendente em todos os sentidos. Com um Techno inusitado e perfeitamente produzido, demonstrou porque é considerado um dos maiores nomes da cena atual. Fiquei admirado!

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O palco Florest ficou situado entre os palcos do Warung e Vibe/D-Edge, no meio das árvores, proporcionando um ambiente bastante agradável e diferenciado.

Tive a oportunidade de conferir o francês Traumer, que se apresentou às 21:30h, proporcionando o melhor do Techno e Tech-House para o público que ali estava. Demonstrou porque muitos o consideram como o “mestre” deste gênero atualmente. A chuva atrapalhou alguns minutos de sua apresentação, mas nada que comprometesse o altíssimo nível e a vibe de seu set. Mais uma atração inédita para mim e que me impressionou!

Em seguida, a linda e talentosa ANNA assumiu o comando da Florest, e provou mais uma vez que é a brasileira que nos melhor representa pelo mundo na vertente do Techno. Suas produções são impecáveis bem como seus DJ Sets. Não consegui parar um minuto sequer durante sua apresentação.

Logo que a brasileira ANNA encerrou, me despedi do primeiro dia do festival para poder descansar, me alimentar e encarar o segundo dia que ainda estava por vir.

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Em breve sai o post sobre o dia 11!

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Sobre o Autor

CEO do Explosive Box e Publicitário, louco por qualquer tipo de arte que me encante. Também sou editor-chefe das colunas de Moda e Música.

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