Lollapalooza Brasil 2015 – Day 1

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Heyyyy ya! Ainda estamos com sangue nos olhos de tanta energia que acumulamos ontem. Foi uma das melhores edições que nós podemos cobrir do evento. Ano passado apontamos várias dificuldades que os credenciados tiveram, que nesse ano (até agora) não aconteceu. Conseguimos circular com tranquilidade por todos os backstages, camarotes e lounges. Andamos feito loucos de um lado para o outro tentando absorver o máximo de informação sobre o evento para vocês. Vamos lá:

14h15 | Vintage Culture | Palco Perry: Assim que chegamos ao evento, começamos a circular um pouco e fomos correndo para o backstage para tentar dar uma conversa com o Vintage, mas, quando chegamos ele já estava pronto para começar a tocar e aí foi inevitável não aproveitar e ficar lá na frente curtindo a vibe do cara. Ele tocou seus hits como What U Want, You Can’t Hide e o tradicional de todos DJs We Are People. O palco das músicas eletrônicas não costuma ser o que tem mais pessoas, mas naquele momento podemos afirmar que estava completamente lotado! Ficamos na frente do palco, onde tinha fãs do DJ com faixas e até chorando, gente!  

  Estamos aqui curtindo Vintage Culture! Esse sabe o que faz. Olha a galera que insanaaaaaaa #EBnoLolla #LollaBR   Um vídeo publicado por Explosive Box (@explosivebox) em

 15h25 | Fitz and The Tantrums | Palco Onix: Após Vintage Culture, foi hora de conhecer uma banda que chamava atenção com o som em alguma distância. Conforme íamos nos aproximando do palco, víamos que a galera estava pulando e curtindo muito o som. Não era a toa! Essa banda simplesmente foi uma das melhores que podemos ouvir no primeiro dia… músicas que a gente canta sem saber cantar, eram deles! Música que ouvimos tocar e sem saber de quem era, eram deles! Como The Walker, 6AM e Spark. Isso nos deixou completamente empolgado e apaixonados pela presença de palco e talento dessa banda. Sem dúvidas saímos de lá com mais uma banda na bagagem.

Fitz-and-The-Tantrums

17h30 | St. Vicent | Palco Axe: Que show foi esse? “Uma artista completa” foi o que mais ouvimos entre os presentes. Quem conhecia ele e quem não conhecia ela saiu apaixonado e afirmando que ela é a rainha do LollaBR 15. Boa cantora, excelente guitarrista, dançarina duvidável, figura imponente e artista criativa como poucas hoje. A cantora não teve medo e muito menos temor de se jogar no público. Nos ombros de algumas pessoas, a cantora passou tocando perfeitamente sua guitarra e claro, sendo ovacionada pelo público e arrepiando o mesmo. Para fazer invejinha: Estávamos na frente do palco hehehe

st.vicent

Backstage: Depois desse show, era hora de invadir o backstage para tentar algumas entrevistas para você, e conseguimos várias! Ficamos tão felizes de conhecer e conversar bandas que gostamos e também conhecer e saber um pouco mais sobre bandas novas. Não vamos nos prolongar muito, pois é surpresa. Mas para vocês terem noção de quão bom foi: só nos liberamos de lá quando estava começando o show do Skrillex e todo mundo queria ir ver.

 

Estamos globalizados! Partiu backstage para tentar aquelas entrevistas maneiras. #LollaBR #EBnoLolla Uma foto publicada por Explosive Box (@explosivebox) em

20h | Skrillex | Palco Onix: Como vocês já devem ter ouvido, o garoto arrebentou! Colocou quase todo o festival para curtir a vibe dele. Foram quase 2h de show sem parar, com direito a um palco incrível, show de luzes do público e muita vibe. Todos que estavam no backstage (incluindo cantores) estavam impressionado como o público brasileiro é fã da música eletrônica, e também, como ele conseguiu segurar tanto tempo as pessoas. Afinal, sejamos sinceros, música eletrônica quando não tem intercalação de ritmos e sonoplastia, se torna cansativo, o que é o caso do Skrillex. Ele fez todo seu show com a mesma base, o que incomodava alguns e para outros é simplesmente “a base do show”. Dividiu opiniões (para nós não foi o melhor show), mas não podemos negar que o garoto fez história para o festival.

 

21h40 | Jack White | Palco Skol: Sem dúvidas um dos shows mais aclamados e esperados do LollaBR. Um placo super refinado, trajes de gala e uma finesse sem comperação. Um dos destaques da apresentação foi a interação entre os variados instrumentos, que iam desde os básicos guitarra, baixo e bateria, até os refinados violino, violoncelo e piano, além de um inusitado ukelele. A harmonia entre o grupo fez com que cada um deles ganhasse sua vez de protagonizar o show, com longas sequências instrumentais, além dos característicos solos de guitarra de White.   21h45 | Bastille | Palco Axe: O que falar de Bastille a não ser foda? Eles encerraram a noite do primeiro dia em grande estilo. O que mais chama atenção na banda é que parece que é puro playback de tanta perfeição que tem na voz e no instrumental da banda. Dan Smith conduziou muito bem sua voz do início ao fim, dando um show, literalmente. O que falar de quando começou a tocar Oblivion? Piramos! E quando tocou o hino do Lolla, Pompeii? Pensa na galera correndo para chegar no palco Axe, quem estava lá pulando loucamente e do nada começa uma chuva de foguetes! Que incrível! Que vibe! Que energia! Uma ótima forma de encerrar o primeiro dia. Ps: Desculpa Jack White, mas tivemos que te abandonar para ir curtir Bastille 😡

 

Sem dúvidas uma das melhores experiências que poderíamos ter. Mas já está rolando mais!
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Sobre o Autor

CEO do Explosive Box e Publicitário, louco por qualquer tipo de arte que me encante. Também sou editor-chefe das colunas de Moda e Música.

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