Crítica: Nosso relato sobre o Lollapalooza

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Heyy you! Bom, como toooodo mundo sabe (assim eu espero), aconteceu o festival Lollapalooza em São Paulo nesse final de semana. Repleto de grandes nomes da música indie pop do mundo inteiro, como Arcade Fire, Lorde, Vampire Weekend, Imagine Dragons, Disclosure, Jake Bugg e muuuuito mais! Vamos dar um relato breve sobre o festival por dia. Leia, é bacana:

DIA 1 – 05/04

 

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Com muita felicidade, recebemos o credenciamento do Lolla para ter acesso aos backstage do festival – pena que só tivemos acesso ao Interlago e ao Skol, os outros fomos barrados com mais um bando que tinha credenciamento, eis o primeiro ponto engativo- e assim conseguir matérias exclusivas, entrevistas etc. Fizemos isso entre meio os shows que nos interessavam e que mais interessariam aos nossos leitores, nos demais, circulávamos pelo festival para trocar uma ideia com a galera, sobre o que eles estavam achando etc. Como somos um fonte 100% transparente, deixando o puxasaquismo de lado e falando verdadeiramente os pontos positivos e negativos que presenciamos, deixamos o nosso relatório sobre o primeiro dia assim:

Assisti mais de 7 shows praticamente inteiros e juntando mais a ideia que troquei com a galera, os melhores shows do 1º dia foi da Capital Cities, Imagine Dragons, Julian Casablancas, Disclosure (o melhor da noite, na minha opinião) e Cage The Elephant. Já os shows  decepcionantes foram da Lorde, Muse e Kid Cudi. A galera esperava demais desses artistas, pricipalmente os dois primeiros e o mal gosto e vontade da Muse e o curto repertório da Lorde, broxaram a galera.

Quanto à organização do evento, estava 90% eficiente… sem tumultos na entrada, com bastante guias, shows com uma acústica e um espaço entre os palcos (1km em média) bons, exceto os banheiros e praça de alimentação, onde as pessoas tinham que quase se pegar no tapa para conseguir, eles deveriam ter mais pontos desses espalhados pelo evento.

DIA 2 – 06/04

 

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Domingo foi um dia divisores de águas, o dia que tinha realmente tribos (diferente de sábado, que a galera estava mais “conectada”, foram praticamente pelos mesmos shows) que foram para shows específicos, de estilos específicos. Por exemplo, passei longe do palco que estava tendo Raimundos e Cone Crew Diretoria, são shows que eu realmente acho que não precisava ter nesse festival de feras. Pronto, falei!

Fora esses, foi um dia de fortes emoções, momentos que ficarão para a história, como o show da Arcade Fire, sem sombra de dúvidas foi um dos melhores shows da noite, junto com New Order, Ellie Goulding (que está completamente apaixonada pelo Brasil), Jake Bugg, Krewella e Vampire Weekend. Já os shows que eu acho que não precisavam ter mesmo, eu já citei ali em cima e não vou dar-me ao luxo de escrever novamente (rs).

Bom, um festival com números, repercussão, aprovação e organização em ótimos níveis retorna ao Brasil em 2015 para mais uma edição, entre final de março e início de abril. O contrato será assinado ainda essa semana, nos Estados Unidos, e a nossa torcida (a minha, no caso) é que eles mantenham shows que a galera pirou, como Jake Bugg, Imagine, Ellie, Arcade, Disclosure, Capital e tragam no ano que vem, novamente, The Killers e Arctic Monekys. Obrigado, de nada!

Por fim, algumas fotos do festival pelos nossos amigos do I Hate Flash!

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(Crédito: I Hate Flash / Schlaepfer, Aragão, Nomoto e Hick Duarte)

Post criado pela Equipe Explosive Box.

Obrigado, Lollapalooza Team!

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Sobre o Autor

CEO do Explosive Box e Publicitário, louco por qualquer tipo de arte que me encante. Também sou editor-chefe das colunas de Moda e Música.

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