Os melhores livros de John Green, parte I

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Para os que ainda não conhecem John Green, o famoso autor de A Culpa é das Estrelas, deveriam conhecê-lo! O considero um dos melhores autores estrangeiros, do gênero romance/drama, na atualidade. Com uma linguagem contemporânea, repleta de gírias e “comentários” atuais. John escreve histórias emocionantes, cheias de aventuras e segredos, que em seu final sempre deixam uma lição. As histórias passam longe de serem clichês, os personagens são bem construídos e há sempre um “elemento surpresa” no meio da trama que te faz querer ler o livro todo em um dia só. Como a linguagem é fácil e interessante, a leitura flui e quando você se dá conta, já está no fim do livro. Sou um pouco suspeita para falar, (já que sou super fã!) mas sempre que indico um livro seu, acabam gostando tanto como eu. Então, falarei um pouco aqui sobre os seus melhores livros.

A Culpa é das Estrelas

Acredito que esse seja o livro mais conhecido de todos os seus e para mim, o melhor em todos os sentidos (o melhor porque foi o primeiro que li e a partir de então, me apaixonei!). Foi feito um post inteiro sobre esse livro em especifico, onde  inclusive dei minha opinião sobre a história. Aqui está um trecho da minha opinião no post: “O livro relata com humor e realidade a história de amor de dois adolescentes, Hazel e Augustus, com a simplicidade e intensidade que um “amor jovem” apresenta, junto disso, mostra como esse amor pode superar os obstáculos que a vida coloca em seus caminhos. A maneira como o autor escreve a história, faz com que nos identifiquemos com o interior dos personagens, de maneira que fiquemos ainda mais envolvidos com a trama e os sentimentos nela presentes. O final pode ser descrito como uma mistura de surpresa e decepção, porém qualquer outro final não teria dado tamanho sentido à mensagem que a história passa: de lutar todos os dias contra aquilo que te enfraquece e assim viver o presente como se não houvesse amanhã.”

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“Meus pensamentos são estrelas que não consigo arrumar em constelações.”

O Teorma Katherine

Engraçado, divertido e inteligente. Essas palavras descrevem perfeitamente a história de Colin Singleton, um menino gênio (ou ex-gênio?) que é especialista em fazer anagramas e levar fora de Katherines. Isso mesmo, todas as suas namoradas se chamavam Katherine, foram loiras, morenas, baixas, altas, e todas (as 19 Katherines), sem exceção, deram o fora nele. Então, Colin decide elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, por meio da matemática, onde conseguirá então saber quando a próxima Katherine irá dispensá-lo e assim, reconquistar seu cargo de gênio e sua garota (pelo menos isso é o que ele espera). Com tudo isso em mente, Colin e Hassan (seu melhor e único amigo) resolvem cair na estrada em busca de uma aventura e uma resposta para o seu enigma. Durante sua viagem, conhecem novos lugares e novas pessoas, uma delas é Lindsey, uma adorável garota, que passa a possuir um importante papel com o decorrer da trama. Será que ele conseguirá impedir mais um fora de uma Katherine? No final, Colin descobre que estava fazendo as perguntas erradas, e tudo o que ele queria saber, esteve sempre ali com ele.

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“Eu serei esquecido, mas as histórias ficarão. Então, nós todos somos importantes — talvez menos do que muito, mas sempre mais do que nada.”

Cidades de Papel

Qual seria sua reação se aos 9 anos você e sua vizinha encontrassem um homem morto em uma praça de sua vizinhança? Eu correria! E foi isso que Quentin e sua vizinha fizeram, correram para longe. Quentin Jacobsen (também conhecido por Q) sempre teve uma queda pela sua misteriosa e enigmática vizinha, Margo Roth Spiegelman que agora é uma das garotas mais populares de sua escola. Com o tempo, os dois perderam o contato, mas jamais se esqueceram de sua assustadora experiência. Certa noite, Margo invade o quarto de Quentin e o convida para uma aventura (ou vingança) nunca vista antes. Durante sua aventura, Margo mostra um lado seu, desconhecido por Q até então, pois para ele, ela  sempre seria “a Margo”, a garota mais bonita e interessante do mundo e juntos sobrevivem a uma noite que ficará marcada. No dia seguinte, Margo não aparece na escola, nem no outro dia ou o outro, Q não se preocupa a principio, já que ela é conhecida por suas viagens malucas, mas dessa vez, algo está diferente, ela partiu. Q embarca em uma busca para encontra-la, sendo guiado pelas poucas pistas que deixou e passa a conhecer a verdadeira Margo , entendo seus motivos e qual o seu pensamento. Enigmático e misterioso, perfeito para aqueles que gostam de acompanhar um bom mistério, além de possuir uma filosofia muito interessante por trás da história. Seu final, deixa uma dúvida: quem somos nós realmente?

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“A cidade era de papel, mas as memórias, não. Todas as coisas que eu tinha feito ali, todo o amor, a pena, a compaixão, a violência e o desprezo estavam aflorando em mim.”

Ainda faltam mais dois livros que li do John Green, Quem é você Alasca? (na foto do destaque é a versão original com o título Looking For Alaska) e Will Grayson, Will Grayson (em parceria com David Levithan), os quais deixarei para o próximo post.

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Já leu algum desses livros? Qual o seu favorito?

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Sobre o Autor

CEO do Explosive Box e Publicitário, louco por qualquer tipo de arte que me encante. Também sou editor-chefe das colunas de Moda e Música.

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