Dica: Interior colorido, exterior sóbrio

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Hey you! Como vocês devem perceber, temos o apoio da Casa Vogue que é uma revista de excelente qualidade – pelo fato de ser Vogue, também – com um conteúdo incrível e dicas inacreditáveis para sua casa. Pensando na sustentabilidade mas também no luxo. A revista é para todas as idades e sexo, pois foca bastante nos detalhes, modernidade e o que está em voga nas melhores residências do mundo. Pensando nisso, decidimos abrir as portas para vocês e mostrarmos um pouco do que a Casa Vogue oferece para seus assinantes.

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Quem vê o exterior da casa da família Fornes, na Suécia, não imagina a profusão de cores que tinge o mobiliário e os acessórios de decoração do lado de dentro da morada. É quase como se este lar tivesse dupla personalidade. A arquitetura é sóbria e minimalista. Por fora, a fachada é quase toda preta, exceto por pequenos toques de branco nos toldos sobre as janelas e no encanamento aparente que desce das calhas das coberturas. Internamente, a proporção se inverte, sendo a maioria das paredes alva, com alguns toques negros pela casa. Já a decoração é um carnaval. Seja pela mescla de cores fortes, onde se sobressaem o vermelho, o azul e o rosa, ou pelo grande número de elementos que a compõe. Roy e Daniel corajosamente optaram por um estilo bipolar. De algum modo, deu certo.

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A casa, que tem 158 m², é assobradada. Como é costumeiro, no piso inferior, ficam as áreas coletivas e, no superior, os dormitórios e a sala de TV. Fora do comum, só o posicionamento da área de serviço, longe da cozinha e com acesso direto a partir do hall de entrada. Além disso, da garagem, só se adentra a casa pela lavanderia. O cômodo é grande – ocupa a mesma área que a sala de jantar. Uma peculiaridade da qual Roy faz questão. “Eu sempre preferi lavanderias com as máquinas maiores, com as quais você lava toda a roupa da semana em uma noite”, explicou. Certas praticidades tomam bastante espaço. No entanto, outras atuam de modo oposto, dando a áreas ociosas um uso. É o caso do espaço sob a escada, onde foi instalada a despensa.

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A repetição de materiais construtivos é intensa. O piso é todo de parquet de carvalho e, buscando a coerência estética, foi aplicado o mesmo tipo de azulejo na cozinha e nos banheiros. Essa continuidade de acabamentos no piso e nas paredes cria uma ilusão de amplitude. Os ambientes ligam-se uns aos outros, relativizando as áreas individuais. E é nesse cenário que entram as cores para alegrar os ambientes e revelar um pouco das personalidades dos moradores. Em vários ambientes, há peças produzidas artesanalmente por Roy, como as luminárias vermelhas feitas de arame que pendem sobre o sofá branco no estar. Em termos de mobiliário, pode-se destacar, no mesmo ambiente, a poltrona Wassily, de Marcel Breuer, e as cadeiras de Ray e Charles Eames em volta da mesa de jantar, que, graças à base metálica, já foram apelidadas de Eiffel.

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E esse é o exterior da casa, como vocês podem perceber é uma casa bruta, com um acabamento sóbrio e uma pintura nada viva. Aos olhos de quem vê a casa somente por fora, pensa que o interior deve ser mais dark ainda.

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Sobre o Autor

CEO do Explosive Box e Publicitário, louco por qualquer tipo de arte que me encante. Também sou editor-chefe das colunas de Moda e Música.

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